O 'Autoramas' disponibilizou todo seu catálogo antigo para download na
TramaVirtual, incluindo os dois álbuns pela Astronauta
Discos/Universal Music. É sua chance de ouvir o power trio e os álbuns
hoje raros em em formato CD original.
Vitrolas
www.vitrolas.com.br
Eles são cinco jovens unidos por um mesmo sonho: fazer música de qualidade e transformá-la em poesia para o mundo. Uma grande viagem? Não, categoricamente, não!!! Apenas um ideal...aliás, um belo ideal! E de quem é esse sonho? A resposta vem diretamente das Minas Gerais: Vitrolas.
Formado por Gustavo ‘Loro’ Felizardo (guitarra); Fernando Persiano (baixo e vocais); Leonardo Felizardo (bateria); Paulinho Rodriguez (vocais) e Berna Dias (guitarra e vocais), o Vitrolas nasceu em 1992, e, na época, adotou o nome de Brick Heads. Depois de 10 anos de estrada, e inúmeras participações em festivais como o Festival de Inverno de Ouro Preto - ficaram entre as quinze melhores bandas, das mil inscritas -, o grupo trocou o nome para Vitrolas. Em 2004, estouraram nas rádios da capital mineira com a música "A Rosa". Na carona desse sucesso, veio a necessidade de um novo disco. Nascia ali, o segundo trabalho: Somos um Só, produzido pelo próprio quinteto.
Como bons mineiros, trabalham em silêncio. Aos poucos, seu nome se faz conhecido entre importantes personagens do cenário musical, como o produtor e descobridor de grandes talentos, Marco Mazzola. "Vitrolas é um grupo com uma identidade própria, uma sonoridade bastante diferenciada e com ingredientes para acontecer na música brasileira", afirma o produtor, que revelou vários ícones da música popular brasileira.
Os meninos chegam com um som arrojado, e que agrada em cheio, até mesmo a ouvidos mais cosmopolitas, como o do nadador Fernando Scherer, o ‘Xuxa’, fã confesso da banda. "A música do Vitrolas é de grande qualidade e com um ótimo ritmo, contagiante. Eles são sucesso garantido. Basta ouvir uma vez para adorar ".
O CD chega com 13 faixas autorais, com exceção de "Somos um só", parceria do vocalista Paulinho Rodriguez com Rodolfo Gusmão, e "Querer", de Carolina Lana e Fernando Persiano. O carro chefe fica por conta de "A Rosa", música que traz em seus versos uma deliciosa declaração de amor, recitada de uma forma pop e atual. Destaque também para "Sua Voz", "O ser humano é assim" e "Com gosto de ontem", entre outras.
Somos um só, para ser ouvido por inteiro - e sempre.
GALAXY
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?id=6216
Há muito tempo no Brasil não surgia uma banda que, assim como o Galaxy, reflita tanto no disco o quanto é energética e empolgante no palco, e este surpreendente trio paulistano, em dos melhores álbuns de estréia da recente história do rock brasileiro, sintetiza com muita propriedade algumas as melhores fontes que o rock já produziu: Hendrix, T-Rex, Bowie, Beatles, Cream, Grand Funk, Mutantes, Barão Vermelho, Titãs e outros.
Apesar deste ser um típico disco de rock, em nenhum momento escapa a compreensão pop , o que faz com que ao ouvir suas canções saiamos pelas ruas cantarolando suas irresistíveis melodias ou assobiando seus grudentos refrões. Pop Star abre o disco e sua irônica letra reflete bem esta conexão.
Outro bom exemplo de como o grupo formado pelos amigos de longa data Beto Lee (guitarra e voz), Gonzáles (baixo e vocais) e Edu Savitti (bateria e vocais) consegue ser altamente rock sem deixar de dialogar com o pop é Vamos combinar, parceria de Beto Lee e sua mãe Rita Lee Jones, com potencial para em breve tomar de assalto as grandes FMs do pais essa é daquelas capaz de fazer até o mais impassível, dos humanos ficar estalando os dedos.
Sem hypes forjados, jogadas marqueteiras e totalmente oriundo do underground paulistano, o Galaxy que foi formado no final de 2003 demonstra um total entrosamento entre seus componentes que resulta em uma nervosa química que remete aos grandes power trios da cultura rock. A vertente punk está presente ao longo do álbum, mas têm seu clímax na incandescida cover de No Fun (Iggy Pop and Stooges), Agora ninguém chora mais de Jorge Benjor. Finalizando o disco temos Dicionário Brasileiro, escrita por Otto, que se destaca por sua sonoridade esquisita, mais parecendo um blues com pitadas lisérgicas.
Estas e outras são boas surpresas de Galaxy, o álbum. Agora com esse cd nas prateleiras, o rock brasileiro ganha nova graça, e um futuro animador aguarda pelo Galaxy.
Vitor Diniz
Apresentador do programa Pop Mix
Mathilda Kovak

Mahatmathilda, a única filha de Raul Seixas com Lucille Ball, é também filósofa nas horas vagas... falem mal, mas falem PRA ela... Hugo Sukman, do Globo, descreve a mítica Mathilda como “mentora intelecto-espiritual de um grupo de artistas cariocas ligados sobretudo à música, cuja face mais conhecida talvez seja Pedro Luis (& A Parede), mas que inclui Arícia Mess, Suely Mesquita, Ryta de Cássia, Marcos Sacramento, Bia Grabois, Serjão Loroza e outros tantos envelopados em 1997 no CD coletivo O Ovo”.
Saara Saara
www.radioelektrola.com 
Projeto musical, criado em 1985 pelos músicos Servio Tulio (vocal, efeitos sonoros, programação eletrônica) e Raul Rachid (máquinas, teclados, programação), chega ao seu primeiro cd somente agora. Depois de figurar como uma das principais bandas do underground carioca dos anos 80. .Representante de um estilo bem característico, a dupla tem como base para suas criações a estética eletrônica mesclada a diversos formatos musicais, evocando de forma contemporânea uma atmosfera estilizada, irônica e, por vezes, non-sense inspirada nos cabarets do início do século XX
Johann Heyss
www.johannheyss.com

O cantor e compositor carioca Johann Heyss lançou mão de um computador para construir os arranjos de 11 novas canções em inglês e português. Após uma estréia insdependente em 98 com o provocativo “Look Carefully”, Johann traz em “The Blue Sea” climas de sonho emoldurados com batidas eletrônicas hipnóticas e melodias envolventes criando um clima psicodélico e inesperado. Primeiro lançamento do selo Nuit Records, dedicado a diversas vertentes da música pop eletrônica.
Se você acha que já ouviu de tudo em termos de música brasileira, devia escutar o novo disco de Johann Heyss, PSYCHOSAMBA. Pop e experimental, ainda que universal e local, PSYCHOSAMBA é pura bio-eletrônica pós-world music. O disco foi produzido por Zé Luís, multi-instrumentista que já trabalhou com a maioria dos músicos de destaque na MPB e que atualmente desenvolve carreira solo, tendo lançado o disco Guarani Banana pela Trama no Brasil e outros selos nos EUA (onde vive), Europa e Japão. PSYCHOSAMBA é o resultado do encontro das idiossincrasias de Johann com a vasta experiência de Zé Luís no pop, rock, clássico, jazz e os vários estilos brasileiros. Gravado em Nova York, PSYCHOSAMBA contém 11 faixas em português e inglês, temas que trazem diferentes emoções e atmosferas.
O disco
A primeira faixa, Psychosamba, sintetiza o conceito do disco: um heavy samba minimalista e psicodélico, com elementos de rock e eletrônica, mas bebendo na fonte do ritmo brasileiro. Já My soul was being dragged away é um groovy-samba com letra existencialista e melodia de sabor oriental. A performance de Johann capta o langor romântico que é tão típico da tradição de poetas brasileiros.
A ordem das faixas segue um padrão de pares. Enquanto as primeiras duas faixas são sambas eletrônicos, as próximas duas trazem climas árabe-orientais. Mensagem é um poema melodioso que reflete saudade e sedução noturna, mistérios da alma e percepções futuras. A moldura sonora de flautas e loops produz efeito peculiar. Dar as-Salam apresenta uma letra em português que encaixa com facilidade na combinação de escalas árabes e pop eletrônico, causando um efeito simultaneamente familiar e original.
Luis Capucho 
www.geocities.com/luasingela/
Luis, o Bob Dylan de Niterói, também é um polêmico escritor e provocador, já reconhecido pela mídia e gravado por estrelas. Segundo o crítico Pedro Alexandre Sanches, da Folha de S. Paulo, “ele encarna o lado escuro da lua, oferecendo voz rascante e agressiva às versões autorais secas de poemas torturados como "Maluca", que Cássia Eller tornou mais conhecido em gravação de 99.
Fase com distribuição Universal Music
AD001 / UMB 325911001392
2000 - Autoramas – “Stress, Depressão & Síndrome do Pânico”
Astronauta Discos – Série Marte
Direção Artística: Leonardo Rivera
Produzido, mixado e gravado por Carlo Bartolini
Arranjos: Autoramas
Programação: Carlo Bartolini e Gabriel Thomaz
Masterizado por Ricargo Garcia – Magic Máster (RJ)
Projeto Gráfico: Bady Cartier e Carol Santos
Fotos: Zé Maria Palmieri
Modelos (casal): Layana Thomaz e Augusto Bittencourt
AD002 / UMB 325912001472
2001 – Autoramas – “Vida Real”
Direção Artística: Leonardo Rivera
Uma produção Astronauta Discos dirigida por Gil Lopes
Gravado por Alexandre Máster no estúdio Fibra, Rio de Janeiro, dias 20/21 de março e 5 de abril de 2001
Assistente de Gravação: Livingstone Pherr
Mixado por Renato Alscher
Masterizado no Magic Máster
Foto Capa: André Andrade
Projeto Gráfico Geysa Adnet (L&A Studio) sobre original do
pôster de Carol Santos e Bady Cartier
Direção de Arte: Ge Alves Pinto
Coordenação Gráfica: Patrícia Fernandes
AD003 / UMB 32591200372
2002 – Mr Sombra – “Coco tá Casca”
Uma produção Astronauta Discos dirigida por Victor Chicri
Direção Artística: Leonardo Rivera
Produção Executiva: Fabíola Campos e Rafael Vergueiro
Fotos de Estúdio: Fabíola Campos
Gravado no Estúdio Victory (RJ) nos meses de junho/julho de 2001
Participações especiais de Cássia Eller, Lan Lan, Thamyma Brazil, Bolo, Fabio Meneguesso e Nabby Clifford.
Gravações adicionais nos estúdios Feudal (baterias) Swell (vinhetas e percussões) e Blue (“Surfe Tribal”, gravada por Jorge Gordo com assistência de Anderson Trindade).
Mixagem de “Garoto de Aluguel” por Victor Z com assistência de Victor Chicri e Aurélio Kauffmann.
Masterizado no Magic Máster por Ricardo Garcia e Guilherme Callichio.
Projeto Gráfico e Fotografia: Rick Werneck
Este CD é dedicado à Cássia Eller.
AD004 
2003 – Luis Capucho – “Lua Singela”
Direção de A&R: Leonardo Rivera
Produzido, mixado e arranjado por Paulo Baiano
As músicas foram escritas por:
Luis capucho (1, 3, 6 e 11);
Luis Capucho e Marcos Sacramento (2,5 e 9);
Luis Capucho e Mathilda Kovak (4, 8 e 12);
Mathilda Kovak e Luis Capucho (10)
Luis Capucho e Suely Mesquita (7)